Entrevista na marcha para Jesus em Porto Alegre: Jesus iria na Marcha Para Jesus?
Esse vídeo foi feito para o Blog!!! Obrigado aos entrevistados… rsrsrs
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O Diabo pode realizar Curas e Milagres?
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se dois ou mais estiverem em Meu nome alí Eu estarei…disse Ele!!
e o cara foi perfeito em dizer que Jesus não iria, Jesus já estava lá!!
cara, foi uma grande resposta!
FIQM NA PAZ MEUS AMADOS IRMÃO!
E vc Leo? Acha que Jesus iria na marcha para Jesus?
MARCHA PARA GEZUZ VI
JUSTIFICATIVAS VAZIAS
Não precisamos medir força pela força, mas pela inteligência e pelo TESTEMUNHO. Conheço a BÍBLIA de ponta a ponta e não sei de nenhum comportamento que indique que os cristãos do primeiro século precisassem usar de MARCHAS ou algo semelhante para sensibilizar autoridades, nem tão pouco para mostrar que tinham forças, quando agrupados. Esta passeata nada mais é do que uma medição baixa e ridícula de forças, tudo pela falta de espiritualidade e do TESTEMUNHO do povo que se diz evangélico hoje. É mais cômodo ir para as avenidas e perturbar a ordem com Barulho dos que enfrentar as autoridades com uma palavra sincera e honesta contra a falta de ética, contra a imoralidade, contra a corrupção entre outras coisas, que infelizmente são reinantes nos meios religiosos hoje.
Os Discípulos não mostravam a cara, mostravam a dependência de Deus, através de TESTEMUUNHO autêntico e sem medo de serem contestados na fé que professavam. Não, não somos um povinho, somos um povão metido a grande na aparência, mas que na espiritualidade anda longe das propostas encontradas nas Escrituras. É um povão, medíocre que precisa ir as ruas e avenidas incomodar o povo com barulho e transtornos, mas que não possuem uma mensagem que consiga convencer o pecador de seus pecados e da necessidade de voltar-se para Deus.
Paulo reivindicou o direito como cidadão romano, pois a lei lhe permitia, era uma questão de legalidade. Ele era cidadão Romano de nascimento, o que lhe permitia desfrutar das leis que regiam o Império. Comparar ou usar este fato para justificar badernas ou perturbação da ordem, é no mínimo, falta de conhecimento das Escrituras Sagradas. E pensar que o direito do cidadão iria ser usado para justificar e fundamentar erros… Ele defendeu a vida e não IDEOLOGIAS. As Leis do cristão estão estabelecidas na Carta Magna do cristianismo, a Bíblia, ou pelo menos deveriam estar, e nela não encontramos qualquer resquício que nos permita afirmar que Jesus precise de MARCHA para que o seu Evangelho seja estabelecido ou reconhecido na face da terra. Infelizmente, por interesses, por preguiça, por falta de compromisso, por falta de experiência e de domínio do Espírito Santo os crentes hoje preferem usar artifícios vazios para justificar a sua crença, do que se sujeitar as exigências das Escrituras. É mais fácil, é mais divertido, tudo festa, é menos trabalhoso… Testemunho? Bem… É… Vamos falar disto depois… Dá um tempo…
Lamentavelmente, os crentes têm sido parte determinante desta confusão e desta bancarrota moral que se instalou no Brasil, basta dar uma olhadinha nos chamados “POLITICOS EVANGÉLICOS”(?), e ver qual tem sido o comportamento deles, só isto é o suficiente para provar que há algo errado nas práticas religiosas hoje. O cristianismo moderno está sendo movido a BARULHO, o combustível produzido nas refinarias do inferno que abastece a vida e a mente dos que andam praticando uma religião de fachada. São os cristãos FLEX, que misturam o “SAGRADO” e o “PROFANO” num só tanque, sem darem conta de que o desempenho e a qualidade são completamente comprometidos. O combustível original, a Palavra de Deus, os crentes modernos não querem usar, mesmo que a sua qualidade esteja garantido pelo QUIMICO maior, Cristo Jesus, o dono do único posto de abastecimento disponível deste produto.
A menos que estejamos preparados para receber Jesus como nosso Senhor e Salvador, procurando servi-lo observando os seus ensinos e seguindo o seu exemplo todos os dias, seria melhor e mais honesto que nos afastássemos do meio cristão, para que não profanemos com as nossas confusões religiosas. O que falta é sinceridade e honestidade daqueles que estão em nossas igrejas, mas que em momento algum procuram manter os seus procedimentos e as suas praticas de adoração, embasados nas Escrituras. Como afirmei, a Bíblia tornou-se em mais um livro de referência para a história da igreja, do cristianismo e nada mais. Aliás, só lembrando, a quantidade absurda de versões é us despropósito e uma prova evidente da indústria que se transformou a religião. O que me chama a atenção é que com este volume tão grande de versões, pouquíssimos crentes tem tido a coragem suficiente para adotar uma delas como regra de fé e prática.
Carlos Roberto Martins de Souza
crms2casa@otmail.com